terça-feira, 30 de Junho de 2009

trazer trabalho para casa

odeio.

sábado, 27 de Junho de 2009

Cavaco ouve os partidos e decide marcar as legislativas e as autárquicas em dias diferentes. 27 de Setembro e 11 de Outubro o país vai às urnas.

Se antes não tinha grandes dúvidas (embora não com maioria) de uma vitória do PS depois desta semana já não tenho tanta certeza.
Hoje vou ser princesa. Vestido novo, saltos agulha, cabelo arranjado. De vez em quando é preciso e sabe bem.

quinta-feira, 25 de Junho de 2009

coisas [dois]

a incompetência é um mal muito perigoso.

coisas

a politiquice que está em todos os aspectos da vida e do país, confesso, em alguns momentos, tira-me mesmo do sério.

quarta-feira, 24 de Junho de 2009

O país das maravilhas de Burton

Direitos Reservados

Chega em 2010 mas as primeiras imagens já estão aí. Tim Burton consegue sempre dar uma mística especial aos seus filmes, sejam de animação ou musicais. Negros, góticos, coloridos, disparatados, depressivos. Burton é uma caixa de surpresas e um dos meus realizadores de eleição. Desde as mãos de tesoura de Eduardo (na altura a actriz fetiche foi Winona Rider, não me esqueço da surrealidade de Beetlejuice). Cobiço os bonecos da Corpse Bride sempre que vou à Fnac. Tenho um frio do Jack de Nightmare before Christmas. Emociono-me, sempre, com Big Fish. E consigo imaginar-se a nadar no rio da fábrica do chocolate e a trautear as músicas de Danny Elfman.

Alice in Wonderland é a nova obra, com os dois actores fetiche de sempre: Johnny Depp e Helena Bonham-Carter (com quem Burton é casado). Fica a primeira imagem para despertar a curiosidade.

Ah... e diz-se que, em 2010, vai começar a realizar um remake do 1984... nada mais apropriadoC!

terça-feira, 23 de Junho de 2009

eu não quero deixar de trabalhar no Chiado. Não quero deixar de aproveitar a hora de almoço para ir às compras, sair durante cinco minutos para passar no banco, senta-me no largo do Carmo debaixo da sombra roxa dos jacarandás, esbarrar contra turistas no largo Camões, receber beijos rápidos e visitas de cinco minutos, sentar-me nas melhores esplanadas, cumprimentar os donos do café em frente, sorrir aos vizinhos, sair tarde e ir directa para o bairro. Eu não quero trabalhar noutro sítio, porque não sei o que é trabalhar noutro sítio. Todos os sítios por onde passei foram no Chiado. E agora, que me mudam a geografia, como vou cumprir os meus caminhos emocionais?
às vezes leio histórias-de-amor, declarações-de-amor, desgostos-de-amor, e inspiro-me, comovo-me. Gostava de conseguir escrever uma história-de-amor feliz. Gostava que as histórias-de-amor pudessem ser vividas com a mesma intensidade do príncipio ao fim. Ou que fosse possível o e-viveram-felizes-para-sempre. Gostava de ver à minha volta histórias com finais felizes, e não rupturas difíceis.

eu quero que os próximos dois meses passem muito depressa

pode beijar a noiva, faxavor

este sábado começa o ciclo dos casamentos. São três. E um baptizado. Parece o nome de uma comédia romântica daquelas manhosas. Um dia destes escrevo o que penso sobre casamentos. Hoje só penso no lado fútil, ou seja, no vestido e nas sandálias que tenho para estrear.

o meu cérebro não torrou com o calor

mas quase. Tenho demasiada preguiça para pensar. Hoje, que esteve mais fresco, já quis voltar aos meus pormenores. Disseram-me um meu, hoje. Já tinha reparado mas não achei que se notasse. É mais um tique. E estava calor, era hora de almoço, o café na chávena de plástico queimava os dedos. Com pacotes de açúcar da Nicola a acompanhar. Um dia juntamos as escovas de dentes. Um dia beijo-te a meio de uma frase. E o meu cérebro quase torrava com o calor. Não tanto como no fim de semana, em que me senti derreter devagarinho. Saí à noite de vestido bem curto, fresco, sem casaco. Desde o calor de Formentera que não tinha tanto calor, tanta sede, que não tinha tantas ganas de cerveja depois de um jantar bem regado a vinho branco. E sushi. E a esplanada mesmo ali a chamar por nós. E a praia no dia a seguir. Centenas de pessoas em poucos metros quadrados de areia e eu com muito calor. Dentro de água, sempre. A fugir das algas. A pensar que prefiro mil vezes a Costa mas odeio o trânsito. A sonhar com o Meco. A apetecer-me Ericeira, e ondas, e eu ali, a fugir da água choca com algas. E o calor, sempre o calor. Hoje o cérebro derreteu menos mas a pele continua quente. Tão quente que se arrepiou com a condescendência do sol. Que me fez arrepender de não ter levado um casaquinho. Hoje não fiquei irritada por não estar na praia. É sinal que já consigo pensar outra vez.

quarta-feira, 17 de Junho de 2009

em contagem decrescente

faltam duas semanas para ir de folgas, começando com uma despedida de solteira de três dias e terminando com três dias do primeiro festival de Verão.

o meu cérebro está a torrar com o calor, pelo que não consigo pensar em mais nada.

domingo, 14 de Junho de 2009

bailarico

Este ano os santos populares passaram-se de bailarico em bailarico, numa variante bem engraçada às noites que normalmente se resumem a cerveja e em andar de um lado para o outro no meio de milhares de pessoas. A noite começou cedo, a jantar sardinhas no pão no largo do carmo, bem regado de cerveja. Quando aparece o cantor Paulo com o seu órgão maravilha, que tocava todas as músicas que queríamos ouvir, já iamos bem regados para dançar sem parar e de óculos escuros. O B. conseguia dançar comigo ao colo pegando-me só por um braço, fizemos um amigo de bóina que conseguiu arranjar a coluna de som do paulo que um gajo qualquer fez o favor de deitar ao chão, antes de irmos pregar para outra freguesia. Destino? Campo das cebolas, para outro baile em grande com um cantor estranhamente familiar, muita gente alcoolizada e um velhote bêbado a querer dançar com toda a gente. Ainda presenciámos uma cena de pancadaria amorosa, porque amor em alfama é porrada, como disse alguém, esperámos uma data de tempo pelo D. que não nos conseguia encontrar, para depois seguirmos, finalmente, para a Sé. Paragens pelo caminho para atestar de cerveja e beber o café que me estava a apetecer desde as oito da noite, chegar à Sé e sentar-me no chão, já com a ressaca a começar a bater, ouvir Cut Copy, levar um banho de cerveja e começar a pensar em voltar para casa, que a noite já ia longa e a idade já pesa.

mais uma noite de santos

outro ano sem manjerico.

sexta-feira, 12 de Junho de 2009

Este 11 passou-me ao lado.

terça-feira, 9 de Junho de 2009

Coimbra regada a chuva e sangria

McDrive passou a McWalk

Zé Manel dos Ossos e comer até rebentar

Na rua das Repúblicas a senhora queria conversa

Venham mais cinco!

segunda-feira, 8 de Junho de 2009

amanhã, no S. Jorge

Foge Foge Bandido, para começar bem os feriados.

quinta-feira, 4 de Junho de 2009

Este fim de semana um comboio vai levar-me onde não vou há mais de dez anos.