quarta-feira, 29 de Abril de 2009

chocolate

a saber a laranja e a ananás, para combater a birra. Diz que é uma espécie de compensação.

a gripe dos porcos

...

é demasiado fácil fazer piadas...

segunda-feira, 27 de Abril de 2009

a propósito de nada lembrei-me da surpresa que foi o concerto de Cut Copy no último Sudoeste. Uma electrónica que levou o palco secundário ao rubro. Um show em palco que eu não julgava possível fazer atrás de um sintetizador. E o público a delirar. O shuffle do meu iTunes calhou em Hearts on Fire e eu lembrei-me desse concerto, que deve ter sido o que mais me marcou desse SW.

domingo, 26 de Abril de 2009

Ouvi Zeca Afonso no Lux e gostei.

sábado, 25 de Abril de 2009

As pessoas não mudam. Ou mudam? Ou tornam-se realmente diferentes em prol de alguma coisa, ou de alguém? Em que momento se dá essa transformação? E será essa transformação uma mudança ou simplesmente o assumir daquilo que sempre se foi?

sexta-feira, 24 de Abril de 2009

Já há 25 de Abril no largo do Carmo.

impaciência.

quero estar em qualquer lado menos aqui.

quinta-feira, 23 de Abril de 2009

o calor deixa-me alterada.

e com vontade de ir para a esplanada beber cerveja e ver as pessoas a passar.

quarta-feira, 22 de Abril de 2009

estragam-me as surpresas todas.

Bolas.
noites assim sabem bem. conversas cruzadas, todas ao mesmo tempo, temas baralhados. Trabalho, relações, amigos, malas, dietas. Falamos de tudo e de nada e rimos às gargalhadas que nem tontas. Às vezes não preciso de acabar as frases. Jantar com as amigas de sempre deixa-me bem disposta, mesmo que me tenha arrastado para o restaurante depois de doze horas de trabalho.

segunda-feira, 20 de Abril de 2009

no outro dia sonhei com crocodilos. Nitidamente. Estávamos a ser invadidos por crocodilos e eu fazia parte do grupo que os ia combater. uma espécie de Dawn of the Dead versão alligator. Tinha uma catana para lhes cortar a cabeça e galochas até ao joelho para os pisar sem que me mordessem. Não cheguei a lutar contra nenhum, acordei antes disso. Mas fiquei a pensar na parvoíce que é sonhar com crocodilhos.

vivo num mundo esquizofrénico

domingo, 19 de Abril de 2009

domingos melancólicos

o Domingo é um dia cada vez mais curto. Passei-o em casa, a pensar no que me esperava amanhã quando chegasse ao pasquim. Telefonemas, histórias, vários sectores, conferência de imprensa, breves, fotografias, contactos. Apeteceu-me, a meio da tarde, sair para tomar café. Apanhar ar. Ver uma exposição. Mas pensei na semana que me esperava e perdi a coragem. Tenho a sensação que vou precisar de toda a minha energia por estes dias. Domingo é dia de recarregar baterias, de estar com os pais, de ler e ver televisão. Mas estes Domingos assim deixam-me com uma vaga sensação de tempo perdido. E depois tenho demasiado tempo para pensar. Para me lembrar. Para associar coisas e ideias. Para chegar a conclusões. Algumas conversas também me obrigam a pensar. Coisas mais ou menos sérias. No final do dia fico sempre um bocadinho melancólica. Do que me lembro, do que sei, do que queria que se passasse já ou que não acontecesse.


sei que estou a ficar velha quando... [sete]

passo o domingo a vegetar em frente à televisão porque saí na sexta e no sábado.

pirraça

tenho um gira-discos e um vinil dos Police de 1980.

sábado, 18 de Abril de 2009

Abril é mês de baby boom

Tenho três festas de anos hoje...

17 de Abril

Fiz 26 anos ontem. E fiquei mais perto dos 30 que dos 20, como passei a noite a dizer. Passei a manhã a dormir, tive uma tarde dondoca que incluiu cabeleireiro e compras, fui jantar fora com o namorado e ao regressar a casa para deixar o carro tinha as minhas amigas de sempre à espera com uma surpresa.

Fiz anos e fiz uma festa, que se queria informal, com muitos amigos. Não marquei um jantar porque não tenho paciência, juntei-os a todos no bairro do bar do costume, onde a maior parte das bebidas foi oferecida como presente de aniversário e o estado alcoólico de todos já não era o melhor. Passei a noite de grupinho em grupinho, entre as amigas da faculdade, as amigas do trabalho, os amigos do lado do namorado e os amigos de sempre que lá foram aparecendo. A tentar a missão impossível de dar atenção a todos e a pensar que adoro ter os meus amigos ao pé de mim mas a lembrar-me porque é que andei alguns anos a fazer várias festas, uma para cada grupo. 

Algumas presenças essenciais não estiveram lá, por motivos mais ou menos justificáveis, outras que eu esperava que passassem para me dar um beijinho e depois desandassem ficaram até ao fim, foram ao Tóquio e deram-me abraços apertados. Encontrei o meu irmão, com quem já não me cruzava numa discoteca desde os tempos da Kapital e as nossas saídas à noite em Madrid. Recusei continuar a noite no Lux porque já estava de rastos mas prometi uma noite à antiga, "À Brasil", como costumamos dizer, para o próximo fim de semana. Regressei a casa de rastos e já com a ressaca a começar a pesar. E hoje é dia de festa outra vez e e começo mesmo a acreditar que já não tenho idade para isto.

quarta-feira, 15 de Abril de 2009

ciclo vicioso

porque é que nunca tenho sono à hora que devo?
porque é que me levanto sempre tarde?
porque é que chego ao trabalho já com o cérebro a mil?
porque é que não concordo com metade das coisas que são decididas ali todos os dias?
porque é que não protesto mais?
porque é que me baralham a organização de meia em meia hora?
porque é que tenho de falar ao telefone se odeio e ser simpática quando não me apetece?
porque é que as últimas horas do dia são de loucos?
porque é que chego a casa sempre por volta das 22h?
porque é que me obrigo a sair de casa quando só me apetece é meter-me na cama e, quando já lá estou, nunca tenho sono à hora que devo?

terça-feira, 14 de Abril de 2009

arte urbana by Bairro Alto

Direitos Reservados

a iniciativa é interessante e começa já no próximo fim-de-semana, na Rua do Norte, 103.


O Bairro Alto acolhe durante o mês de Abril o projecto Lisbon Safari. O objectivo é desenvolver uma residência artística, onde os artistas Dirty Cop e tRAMs_former, com percursos paralelos na cena do graffiti e da street art, reaproveitam desperdícios urbanos explorando o quotidiano do Bairro Alto. Durante a semana os artistas produzem, e ao fim-de-semana o seu espaço de trabalho encontra-se aberto ao público. Outros artistas participam também no evento. Os trabalhos resultantes desta residência são posteriormente expostos, vendidos ou aplicados na rua.


Sempre ao fins de semana, até 10 de Maio. Sextas e Sábados as 22h à 1h, Domingo das 16h às 19h.


Este Domingo já lá vou espreitar.



segunda-feira, 13 de Abril de 2009

o corvo está de volta


Mais um ano, mais um Indie Lisboa.

O ano passado não consegui ver nenhum filme (que vergonha) mas este ano conto assistir a algumas sessões do festival. O cartaz já está disponível aqui e eu já escolhi alguns para ver... o difícil é conseguir conciliar a agenda com tantos filmes ao mesmo tempo. E que os bilhetes não esgotem dois dias antes... 

de 23 de Abril a 3 de Maio.



domingo, 12 de Abril de 2009

vontade [quinze]

[foto da H.]

eleven?

dezoito.

sexta-feira, 10 de Abril de 2009

feriado

e o telefone não parou de tocar a manhã toda.
ontem falava com alguém sobre a capacidade que temos de nos vendermos bem ou não. Às vezes podemos não ser os melhores naquilo que fazemos, nem sequer saber do que estamos a falar, mas conseguimos ter a capacidade de falarmos sobre as nossas características como se fossemos a última coca-cola do deserto. E isso, profissionalmente, só traz vantagens. Ninguém quer um colaborador tímido ou com falta de confiança em si mesmo. Ninguém quer ter de arrancar as boas características a ferros, durante uma entrevista. Eu não sou assim. Não me consigo vender. Mas tive a sorte de estar no sítio certo à hora certa e que me dessem uma oportunidade que, aí sim, soube agarrar. 

Novos fados

ou ouvir cantar em português.

ontem, no Santiago Alquimista, foi o primeiro dia do festival Novos Fados, dedicado ao folk rock cantado em português. Concertos no Santiago Alquimista, em duas salas, alterados, sala composta mas não impossível, ambiente perfeito. Começámos com Oioai, que deram um concerto curto mas consistente. Musicalmente não me convencem, não vejo grande evolução desde que os vi pela primeira vez a actuar, mas em palco são interessantes e deu para aquecer o concerto de doismileoito que esperávamos. Depois de Oioai, pausa para jantar, que nos fez perder João e a Sombra, na outra sala, e praticamente tudo de Feromona (Peste e Sida versão moderna..). A conversa estava animada por isso continuámos no mesmo sítio para ouvir doismileoito, em vez de irmos à outra sala ouvir Samuel Úria.

Valeu a pena a espera. Eu achava que não conhecia as músicas e enganei-me. Aliás, foi a segunda vez que os vi ao vivo. A primeira foi há dois anos, a abrir o palco secundário do Sudoeste, no ano em que ganharam os novos talentos da Fnac. Estava há dez minutos a olhar para o baixista/teclista e a pensar "este tipo é igual a um tipo de um concerto que vi no Sudoeste"... e quando começam os primeiros acordes lá reconheci ser o mesmo. Foi interessante poder fazer a comparação entre o que vi na altura e agora [lembro-me bem porque o vocalista/guitarrista tinha uma fotografia da namorada colada na guitarra e eu achei aquilo muito querido]. Agora estão mais consistentes, praticamente sem falhas na técnica, mais alinhados e com muito mais tarimba de palco. Conseguem um espectáculo interessante e sem grandes erros. Ainda assim, preferi vê-los no Sudoeste. Divertiram-se mais e divertiram mais o público, que lhes perdoou as falhas e as desafinações. De qualquer modo, valeu a pena. E doismileoito ainda vai dar muito que falar. O hype começou agora não me parece que se extinga tão rapidamente como o hype que se criou em torno dos Pontos Negros.

terça-feira, 7 de Abril de 2009

Mais uma vez relembro que gosto de Cd's originais [este post vem em formato diferente porque hoje os Cd's não foram oferecidos]. Até porque o meu carro é fino e não lê Cd's gravados, o que me obriga a renovar constantemente a colecção de Cd's. Felizmente existe o preço verde da Fnac.

Aquisições do dia: 
Oracular Spetacular, de MGMT, porque estou mesmo muito viciada no Kids [embora o Electric Feel não me diga tanto].
Back to Black, Amy Winehouse, para quando me sinto mais melancólica ou simplesmente farta do indie todo que anda pelo meu carro.

um ano e cinco meses depois

a multa chegou-me a casa. Lembro-me bem da data porque foi no dia que comecei a acrescentar números ao 2 + qualquer coisa que contabilizo todos os meses [vamos para 2 + 18]. Lembro-me bem da data porque foi num dia em que pus uns sapatos de salto muito alto, pretos, a condizer com um vestido preto com um grande laço, que comprei em Monte Carlo para um jantar formal, e fui a uma gala universitária depois de anos a recusar as minhas, só porque me pediram. Lemro-me bem da data porque andámos perdidos durante horas, porque dancámos a noite toda de corpos bem colados e já bem bebidos e porque tentámos roubar a camisa ao Z. Lembro-me porque no regresso a conversa levemente alcoolizada tornou-se conversa séria e concretizou-se numa coisa já mais "a sério". Lembro-me que era dia de semana, cinco da manhã e que eu no dia a seguir tinha um jornal para fazer. Que preferi trocar horas de sono por mimos. E que quando decidi finalmente vir para casa, já o sol quase nascia, tinha tanto sono que me esqueci do radar da segunda circular que me flashou à ridicula velocidade de 85 km/h.

conclusão: um ano e cinco meses depois chegou-me a multa. Muito competentes.

domingo, 5 de Abril de 2009

Cabo Verde...



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