sábado, 31 de Janeiro de 2009
vestidinho trapézio curto, brilho cor de morango nos lábios, risco negro nos olhos. Apanho o cabelo no alto da cabeça. Estoy lista.
coisas
vou parar ao Tóquio sem estar a contar com isso e nunca me canso, mesmo em noites de música menos aceitável e muito calor.
vou parar ao Tóquio depois de um café com aqueles amigos que se vêem raramente mas que parece que vimos ontem. Fiquei com saudades de quando tinha 17 anos e saía com ele e os amigos comuns para o Garage. Da noite em que nos conhecemos, no Bugix. E de uma semana de férias numa casa onde se andava de trotinete no corredor.
sexta-feira, 30 de Janeiro de 2009
novo vício

Fantasy Black Channel, dos Late of the Pier, foi um álbum que andou a rodar no meu iPod, em shuffle, durante uns meses. Gostava das músicas mas ainda não tinha tido a vontade de o ouvir, de seguida, do início ao fim (demasiadas coisas novas para explorar). Hoje acordei e lembrei-me deles, escolhi-os para o caminho. E são bons. Não são espectaculares, mas são hiperactivos, originais, atiram-se aos sintetizadores e são irreverentes. Não será música para ouvir em dias melancólicos. Têm demasiada energia. Mas gostei da voz irregular e da mistura das guitarras com os sons a puxar aos 80's.
E devem ser um concertão.
quinta-feira, 29 de Janeiro de 2009
quarta-feira, 28 de Janeiro de 2009
é bom saber que há pessoas que continuam iguais, da mesma forma para nós, a gostarem de nós da mesma maneira, a ouvirem da mesma forma, a rir da mesma forma, simplesmente a estar ali da mesma forma, passem os anos que passarem.
segunda-feira, 26 de Janeiro de 2009
domingo, 25 de Janeiro de 2009
não ver televisão torna-me excluída social
nas tardes chuvosas de domingo oiço música, avalio os álbuns que ainda não tinha tido tempo de ouvir [hoje apostei no novo de Franz Ferdinand, e gostei] e leio, leio muito. Televisão sempre desligada. É quase uma peça decorativa. Praticamente só a ligo quando tenho companhia para um filme. Ou para ver o noticiário.
Como na oferta da meo a Fox e o AXN são canais pagos e cá em casa praticamente só se vê futebol, perdi o hábito de ver televisão. De vez em quando ligo a do quarto e apanho uma série ou outra. Will & Grace, Anatomias. De resto não se passa nada. Não acompanho. Não sei. Não faço ideia do que estão a falar quando me dizem coisas do Brothers and Sisters, do Lipstick Jungle ou do Prision Break. Não entro nas conversas, fico a olhar com cara de parva para o entusiasmo com que se fala de personagens que não conheço. Não é desinteresse, é falta de plataforma. E de tempo. Posso falar de música e de filmes. De notícias da actualidade. Mas não ver televisão torna-me uma excluída social!
sábado, 24 de Janeiro de 2009
Depois de ver as fotografias maravilhosas da viagem da AB aos Estados Unidos (com o namorado, que é fotógrafo) fico frustrada por não saber tirar fotografias decentes.
hoje
o escritor de Obama

Direitos Reservados
Que Obama tem carisma, ideias e a expectativa do mundo em cima dele já todos sabíamos. Que consegue cativar uma audiência com a sua postura e os discursos inflamados também não é novo. E é conhecido que os políticos não escrevem os seus próprios discursos (embora Obama tenha escrito o de 2004, que o tornou conhecido), por isso é perfeitamente natural que Obama tenha um speech writer.
O que me surpreende mesmo é que o escritor de Obama só tem 27 anos.
27 aninhos. E é giro nas horas. Podia ser meu amigo, meu colega de trabalho, meu companheiro de copos, meu namorado. Chama-se John Favreau e, aos 23 anos, já escrevia os discursos para John Kerry, o que torna o mais novo speechwriter de sempre.
Já estou a imaginar o John a conversar com os amigos numa noite de copos, entre duas cervejas:
- Então meu, o que é que fizeste hoje?
- Eh pa nada de especial, tratei do discurso do Barack por causa de Guantanamo...
- Ah... dia preenchido então...
- Nem por isso, amanhã vou escrever o pedido de fim do conflito na faixa de Gaza. Queres mais uma cerveja?
- ...
Aproxima-se muito do emprego perfeito...
sexta-feira, 23 de Janeiro de 2009
Regressou o ritmo alucinante, o corpo a pedir descanso, a pressão permanente. Perguntam-me como é que posso gostar disto. Das 12 horas diárias, da imprevisibilidade da informação, da violência do ritmo.
Para mim, não poderia ser de outra forma.
You're going to meet the most extraordinary men, the sexiest, brightest, funniest men, and you're going to fall in love with so many of them, and you won't know until the end of your life who your greatest friends were or your greatest love was.
Harvey Milk
terça-feira, 20 de Janeiro de 2009
sei que estou a ficar velha quando... [dois]
passo a semana a pensar na massagem que vou fazer no fim de semana porque preciso mesmo e ainda digo que não foi suficientemente boa porque não me desfez os nós de tensão dos ombros.
domingo, 18 de Janeiro de 2009
sei que estou a ficar velha quando... [um]
...já não aguento o álcool da mesma forma e a ressaca é cada vez pior.
sábado, 17 de Janeiro de 2009
ficava uma semana inteirinha
a ouvir todos os álbuns que tenho e que ainda não prestei atenção
a ir a três sessões seguidas de cinema para ver todos os filmes que tenho intenção de ver
a saltar de galeria em galeria para conseguir ver todas as exposições que não sei se vou ter tempo de ver
a ir ao teatro
a ouvir um concerto de jazz ou de alguma banda nova que ainda não conheça
a tirar fotografias cidade fora
a conhecer novos restaurantes
e depois tirava uma semana de férias para descansar desta semana!
sexta-feira, 16 de Janeiro de 2009
e porque o concerto está aí
Não é assim tão antigo, mas é um quase clássico.
O regresso dos Oasis tem sabor já conhecido e é uma repetição dos álbuns anteriores. Nada se destaca especialmente, é um álbum para consumo rápido. E o concerto vai ser para rever os clássicos e cantar Wonderwall aos berros. 15 de Fevereiro, no pavilhão Atlântico, já com bilhete na mão.
E se tivesse uma t-shirt dos Blur vestia-a para ir ao concerto.
quarta-feira, 14 de Janeiro de 2009
Depois das boas notícias de um novo álbum de Arcade Fire chega-me outra boa notícia de outra banda "do coração", que lança novo álbum a 2 de Março: os U2. Sim, podem não gostar, podem achar piroso e sempre igual, mas para mim é daquelas bandas incontornáveis, ou não fosse eu uma das loucas que ficou a dormir na bomba de gasolina, durante duas noites, para conseguir bilhete para o último concerto [e valeu a pena... era a noite mais fria do ano mas até tivemos direito a uma banda só de covers de U2 a tocar para nós às 3 da manhã, em plena avenida da índia].
Para os mais cépticos [e que gostam de My Chemical Romance], deixo aqui o que já se sabe do álbum.
Dia 2 de Março é também dia de No Line on the Horizon. A protecção em redor do novo material é férrea, mas os rumores e as notícias minimais anunciam que o 12.º disco dos irlandeses tem produção de Brian Eno e Daniel Lanois e é excepcionalmente ecléctico: passa pela pista de dança e mete guitarras abrasivas. Parece que pode ser uma reinvenção ao nível de Achtung Baby. [da timeout]
segunda-feira, 12 de Janeiro de 2009
shake it like a polaroid picture
Polaroids de Andy Warhol, direitos reservadosA Polaroid lançou a versão digital das fotografias instantâneas que tornaram a empresa famosa, uma câmera que inclui uma impressora sem tinta, a PoGo, pequena o suficiente para "ser levada para todo o lado".
A inovação, apresentada no Consumers Electronic Show (CES) de Las Vegas, foi lançada dois anos depois do fim da produção das câmeras Polaroid instantâneas com filme.
A PoGo retoma a tecnologia da impressora Zink, lançada há um ano e comercializada desde junho, que pode imprimir sobre papel térmico colorido as fotos enviadas portelemóveis e outros aparelhos portáteis.
A Polaroid, que recorreu à proteção de lei de falências (Capítulo 11) no mês passado para fazer uma reestruturação, garante que já não é necessário sacudir as fotos impressas para acelerar a revelação da imagem.
A câmera fotográfica instantânea PoGo mede 11,75 x 7,5 cm e pesa menos de 300 gramas. A foto impressa sai da parte de trás da máquina e não por baixo, como acontecia na versão tradicional.
O aparelho será comercializado nos Estados Unidos a partir de Março a 200 dólares.
A inovação, apresentada no Consumers Electronic Show (CES) de Las Vegas, foi lançada dois anos depois do fim da produção das câmeras Polaroid instantâneas com filme.
A PoGo retoma a tecnologia da impressora Zink, lançada há um ano e comercializada desde junho, que pode imprimir sobre papel térmico colorido as fotos enviadas portelemóveis e outros aparelhos portáteis.
A Polaroid, que recorreu à proteção de lei de falências (Capítulo 11) no mês passado para fazer uma reestruturação, garante que já não é necessário sacudir as fotos impressas para acelerar a revelação da imagem.
A câmera fotográfica instantânea PoGo mede 11,75 x 7,5 cm e pesa menos de 300 gramas. A foto impressa sai da parte de trás da máquina e não por baixo, como acontecia na versão tradicional.
O aparelho será comercializado nos Estados Unidos a partir de Março a 200 dólares.
da AFP
Em 2009 vou...
tirar mais fotografias, de Lomo ou de máquina digital. E tentar reciclar a minha Polaroid.
Para sempre, Xutos

Celebram amanhã trinta anos de carreira e apresentam novo álbum em Março.
E só por causa disso, um clássico, ao rubro em todos os concertos [no último Avante perdemos metade mas conseguimos ver esta].
Dia de S. Receber Embora falar da arte Da arte de sobreviver Daquela que se descobre Quando não há que comer Há os que roubam ao banco Os que não pagam por prazer Os que pedem emprestado E os que fazem render Este dia a dia é duro É duro de se levar É de casa pró trabalho E do trabalho pró lar Leva assim uma vida Na boínha sem pensar Mas há-de chegar o dia Em que tens de me pagar Ai é o dia De S. Receber Dia de S. Receber Já não chega o que nos Tiram à hora de pagar É difícil comer solas Estufadas ao jantar De histórias mal contadas Anda meio mundo a viver Enquanto o outro meio Fica à espera de receber Ai é o dia de S. Receber Dia de S. Receber Ai a minha vida Ai a minha vida É assim esta diálise Entre o deve e o haver Sei que para o patrão custa Enfrentar este dever O dinheiro para mim não conta Eu trabalho por prazer Mas o dia que eu mais gosto É o dia de S. Receber
domingo, 11 de Janeiro de 2009
Estranha manifestação de amor [dez]

Direitos Reservados
E sentamo-nos a ver Os Simpson. Às sete da tarde. Fazemos como se fosse um jogo mas sabemos os dois perfeitamente que isto se parece cada vez mais com um matrimónio. O que é um matrimónio senão um sistema de cumplicidade? Essencialmente, é apenas isso. Tudo o mais pode existir ou não: o amor, os filhos, o sexo bom ou péssimo, as rotinas, os hábitos quotidianos, a confiança ou desconfiança mútua, os ciúmes, as recordações, as confissões sobre a vida anterior de cada um, os segredos que nunca se revelam, cozinhar algo a dois, uma cerveja, um copo de vinho, olhar a luz dourada ao entardecer. São pequenos pormenores sem importância, talvez. Mas, pouco a pouco, constrói-se entre os dois um sistema de cumplicidade. Tudo, até olhar o crepúsculo juntos, é um elemento desse sistema. E, sem nos apercebermos, com documentos ou sem documentos legais pelo meio, estamos metidos na engrenagem de um matrimónio. Sei o que digo. Aconteceu-me umas quantas vezes.
Pedro Juan Gutiérrez, Animal Tropical

último botellon, Templo de Debod, Junho 2004, Madrid
Este mês faz cinco anos que fui para Erasmus. Cheguei a Madrid de malas, sem conhecer ninguém, sem casa para morar, sem falar uma palavra de espanhol. Aventureira e inconsciente, portanto. A adaptação foi fácil, apesar das saudades de quem ficou serem mais que muitas. Rapidamente se construiu um grupo internacional que ia pouco às aulas, fazia muitos botellons e aproveitava o que de melhor em cultura [grátis, de preferência] tinha a cidade. E fiz amigos para a vida. Esta sexta-feira jantei com as minhas quatro amigas de Erasmus, que ficaram para a vida. Vemo-nos uma vez por ano, mas é como se nos tivessemos visto ontem. Faltou apenas o último elemento das cinco portuguesas e o nosso amigo belga, companheiro inseparável. Vim de Erasmus uma pessoa diferente. Com perspectivas diferentes. E fez-me bem.
sábado, 10 de Janeiro de 2009
vontade [doze]
Porto Covo. Verão. Parque de campismo. Cha Cha Slide. Coreografias enquanto se fazem as sandes de atum. Churrascos. Mar. Calor. Amigos de sempre. Banho de água fria. Tentar esquecer-me de Madrid. Milu. Mímica na praia à noite. Cerveja no Marquês. Rimas no pontão. Gargalhadas. Carrinhos de choque num circo que ia todos os anos e que agora já não vai. Saudades a saber a sal.
o meu iTunes está a gozar comigo
o shuffle escolheu, de seguida, Crash into Me (DMB) Desarm (Smashing Pumpkins) e One (U2).
fim de tarde no Chiado
Comprar sapatos caros, roubar croissants ao Bruno Nogueira e [quase] ter encontros imediatos de terceiro grau.
sexta-feira, 9 de Janeiro de 2009
E assim escondo-me atrás da porta, para que a Realidade, quando entra, não veja. Escondo-me debaixo da mesa, donde, subitamente, prego sustos à Possibilidade. De modo que desligo de mim, como aos dois braços de um amplexo, os dois grandes tédios que me apertam - o tédio de poder viver só o Real, o tédio de poder conceber só o Possível.
Triunfo assim toda a realidade. Castelos de areia, os meus triunfos?... De que coisa essencialmente divina são os castelos que não são de areia?
Bernardo Soares, Livro do Desassossego
quinta-feira, 8 de Janeiro de 2009
quarta-feira, 7 de Janeiro de 2009
pressa
Adormeço quase todas as noites a pensar nisso. Nas cores, na disposição das coisas, onde guardar, onde arrumar, se vou ter espaço para os sapatos todos, onde vou espalhar os meus livros, em que sítio bem visível vou pôr a minha linda máquina de escrever. Na logística da mudança, que só poderá ser aos fins de semana, devagar. Faço contas, ponho o dinheiro todo de lado, penso no que ainda me falta comprar, a tão falada televisão que já deveria ter comprado para substituir a do meu quarto, copos e talheres, posters de filmes emoldurados para as paredes, molduras espalhadas pela casa, visualizo um espaço que não sei se será meu, um espaço pequeno que não dá para tudo o que quero levar, faço planos, estabeleço prazos que sei que são razoáveis mas que para a minha impaciência são demasiado longe, tenho pressa, com sempre, espero que se concretize em três meses, em seis, telefono insistentemente para saber se há novidades e vejo-me obrigada a esperar, de braços cruzados, a decisão de outros para poder tomar as minhas.
terça-feira, 6 de Janeiro de 2009
dos blogs
Há pessoas que cuidam muito bem dos seus blogs. Que põem fotos lindíssimas e excertos de textos incríveis. Onde começa a tocar música quando se entra. Onde há animações, e aqui é permitido fumar, e muitas coisas que mexem na barrinha do lado. Onde o nome do blog é enfeitado com uma espectacular fotografia muito bem enquadrada. Onde se espalha por todo o lado a magia do Youtube.
Eu sou contra blogs cheios de youtubes, mas de qualquer modo também não os sei pôr no meu. Se soubesse se calhar cedia à tentação. Eu queria postar mais fotos, mas acabo por não ter tempo/paciência para as procurar. Eu queria escrever textos lindos, copiados ou não, que me enchessem a caixa de comentários. Eu tentei pôr uma fotografia [uma linda máquina de escrever antiga] lá em cima, mas a experiência correu tão mal que quase desformatou tudo. Eu gostava de brincar com as cores e com a barrinha de lado, mas as opções são demasiadas e a hipótese de eu estragar o que está feito é grande, muito grande.
O meu blog não tem youtubes, nem músicas a rodar quando se chega. Não sei como se faz isso. Já é uma sorte conseguir postar fotos. Muitas vezes nem consigo pôr o texto alinhado. O máximo que o meu blog tem são aquelas coisinhas ali de lado, que fui acrescentando ao longo do tempo, mas que não tive tempo/paciência para elaborar. Links para o myspace nas músicas poderia ser útil. Já pensei nisso, mas altero sempre por instinto. E não me apetece ir procurar. Podia ter fotos de lado, caixas de comentários, uma lista gigante de links aos sites que consulto. Não me apetece. Cada um tem o blog que merece e o meu blog é como eu. Bem intencionado, mas imperfeito. Está tudo nos pormenores, é verdade, mas os perfeccionismos deixam-me nervosa e irrequieta. Imperfeitinho, sim, e então?
domingo, 4 de Janeiro de 2009
Estava um ramo de flores, na mesa da sala, quando cheguei a casa. Fiquei contente, achei que por algum motivo teriam achado que eu iria gostar, sem nenhuma razão especial, poderiam ter-se lembrado que gosto de flores. Fiquei a olhar para elas um bom bocado, um ramo enorme, cheio de cores e salpicado de verde de todos os lados. A pensar, contente, que se tinham lembrado que gosto de flores.
Afinal não se lembraram nada. O ramo não era para mim!
O que é que eu faço aos livros que se empilham pelo chão, quando chego à conclusão que, mesmo depois de arrumar o quarto, não tenho mais espaço?
o melhor para 2009
Entrada em 2009. Três dias e três noites que souberam, quase, férias. Muitas gargalhadas, ir para a cama já de dia e meio entornada, turnos para tomar banho, limpar a casa de pijama, cozinhar para vinte, beber como se fossemos 50, acabar o pão e toda a comida imediatamente consumível, partidas intermináveis de Risco, Dr. No e Betty Suze no Trivial de 1988 mais dificil de todos os tempos, cantar aos berros coisas que já não me lembrava que existiam, estupidificar-me à frente da televisão, passear de lomo pela casa a disparar flashadas, queimar o dedo no fogão. Divertimo-nos, dançámos, cantámos, dissemos piadas, prometemos estar todos lá novamente no próximo ano, renovámos contratos, desejámos, para todos, o melhor para 2009.
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