O primeiro dia de Alive soube-se a pouco. Não havia nada, tirando Metallica, que eu quisesse verdadeiramente ver. E o concerto de Metallica foi vários pontos abaixo do que estava à espera, de tal modo que acabei a noite a conversar, de cerveja na mão, com o C., a ouvir o James com pouca atenção.
Do resto do dia pouco a registar, era de facto o dia mais fraco. Surpreendeu-me pela positiva os Delphic, que não conhecia e gostei da mistura electrónica com rock que me fez lembrar Cut Copy. Gostei de Air Traffic, de quem só conhecia aquela música do anúncio da Super Bock e cujo concerto me deu vontade de ir ouvir o CD com atenção [Muse encontra-se com Editors, o que me parece bem!!!]. E, em TV on the Radio, que já tinha visto no SBSR, fui disparada para o pé do palco quando começaram os primeiros acordes do Wolf like me. Klaxons desiludiu-me, esperava mais a melhor, vi uma repetição do que já tinha visto no SBSR mas até achei que estavam com menos pujança. E, estranhamente, até gostei do espectáculo apresentado por Slipknot, uma banda que não me diz nada [mas o vocalista tem uma voz brutal].
Hoje é dia de palco secundário, começando com Gaslight Anthem, o meu mais recente vício, seguido de Late of the Pier, Hadouken! e Does it offend you yeah? O momento alto, para mim, vai ser Placebo, que nunca vi. E, não sendo grande fã de Prodigy, vou aguardar o concerto com curiosidade.
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