sábado, 31 de Maio de 2008

Ela (tentou) equilibrar-se com o copo numa mão e o saco de coca no decote. Ela não conseguia praticamente segurar o microfone, (tentou) falar sem que se percebesse nada de nada, desculpou-se do atraso que levou o público a só ter direito a quarenta minutos de concerto, cambaleou, chorou e deu um dos piores concertos que já vi (e foram muitos). A Amy teve piada pela figura que fez mas se eu tivesse pago 53 euros para a ver ia-me sentir muito chateada.

O primeiro dia de RiR valeu pelo competente Lenny Kravitz. Irrepreensível, intenso e apaixonado pela música que estava a tocar, embora em certas alturas prolongasse demasiado os momentos. Acabei a noite no sinistro que é a tenda electrónica mas com um excelente Paul van Dik. Não vi a Ivete e nem sequer me apetecia.

Impressão do primeiro dia? Muita gente, confusão, impossível fazer seja o que for (nem pedir uma cerveja ou sequer conseguir telefonar), cansada, irritada e com fome porque não consegui jantar, não encontrei ninguém a não ser no final da noite, filas intermináveis para o metro na hora de ir embora, filas intermináveis para o taxi no Campo Grande e mais de uma hora para chegar a casa. 

sexta-feira, 30 de Maio de 2008

Ainda não cumpri o meu calendário emocional este ano. Espero amanhã poder passar a tarde na Feira do Livro, algumas horas encaixadas entre as aulas, uma ida ao aeroporto, um jantar e uma tentativa de conseguir chegar a tempo ao Rock in Rio.

Rock in Rio

No primeiro dia, uma dúvida persiste...

será que a Amy vem?

se vier, será que chega ao palco?

se chegar ao palco, será que consegue cantar?

quinta-feira, 29 de Maio de 2008

Finalmente!!!

Os preços do petróleo estavam hoje a recuar nos mercados internacionais, na percepção de que um barril a 130 dólares poderá começar a ter repercussões na procura a nível dos consumidores. A procura de gasolina caiu 5,5 por cento a semana passada nos Estados Unidos, onde os preços nas bombas atingiram níveis recorde, segundo números divulgados quarta-feira pela MasterCard, a segunda maior sociedade de cartões de crédito.
da Lusa
Depois de dois aumentos seguidos da Repsol e de mais uma subida da Galp, é bom sinal o abrandamento. Pode ser que o petróleo retome para valores na barreira dos 100 dólares, já nem peço menos... a bem do bolso de toda a gente!!!

quarta-feira, 28 de Maio de 2008

O B. vai abalar para Londres. Mais um que deixa este canto para se lançar no mundo. O B. tinha dúvidas se devia ir ou não, naturais em qualquer mudança, ainda mais de vida. O B., que conheço há tão pouco tempo mas que parece tanto, que é como se fosse meu espelho mas em tamanho XXXL nuggets, vai fazer cá falta. Mas assim tenho mais um motivo para, finalmente, ir a Londres. Vai correr tudo bem.

terça-feira, 27 de Maio de 2008

tudo dito

Vinte, trinta quilos, ou talvez todo o meu peso, mais leve. 

Já posso voltar a ser disparatada e contente.

se faz favor...

Alguém pode dizer ao senhor lá de cima para fazer parar de chover?
É que a malta quer ir para a praia.





Obrigada.
Vontade incontrolável de comer chocolate à 1 da manhã...

parvoíce ou TPM?

Entre o patético e o cómico

tudo o que eles não gostam nas mulheres

domingo, 25 de Maio de 2008

Primeiro vem o cheiro
Depois os olhos desde sempre
conhecidos, a seguir o abraço
de mistura com palavras doces
e amargas - almas gémeas zangadas? - 
e depois a despedida.
Quem me livra deste amor que não escolhi?
Meu Deus, livra-me de mim.

Pedro Paixão

sábado, 24 de Maio de 2008

Ciclo vicioso


Inevitável. Como acender cigarros uns nos outros para adiar o fim, que chega sempre muito depressa.

sexta-feira, 23 de Maio de 2008

World Press Photo

Direitos Reservados

A minha preferida este ano, embora seja difícil escolher de entre todas as presentes no Museu da Electricidade. Normalmente gosto mais de fotografias a preto e branco mas esta tocou-me pelo contraste das cores. 
O predominante da exposição são as imagens de guerra, de fome, de medo, no Iraque, no Congo, na Colômbia. Gosto muito dos retratos individuais e colectivos. Fico a pensar na vida das pessoas que estão a ser fotografadas, no que pensam naquele momento, porque sorriem. 

quinta-feira, 22 de Maio de 2008

Vontade [cinco]

Um Verão de calor em Vila Nova de Milfontes e um campo vazio de frente para a janela.

Agenda

Afinal a Feira do Livro começa este Sábado. Polémicas à parte, merece, como sempre, uma visita. Normalmente não compro os livros, mas gosto de passear os olhos pelas lombadas encadernadas e andar pelo meio dos pavilhões. E gosto de ver o que as outras pessoas compram. Aceno interiormente, de aprovação, se gostei da obra e faço um esgar disfarçado quando o livro é muito mau.

Aproveitando o feriado, há coisas boas no CCB. Exposição de Le Corbusier, gravuras do Dali e, mesmo ali ao lado, o Museu da Electricidade, o World Press Photo. Vou andar por esses lados hoje. E aproveitar que janto a horas normais para ir ao cinema à sessão das 10h, como todas as outras pessoas.

domingo, 18 de Maio de 2008

E depois de quase ser assediada, assaltada e raptada [Smart incluído] por Quaresmas com mau aspecto numa Ford Transit castanha com cortinas incluídas faço-me à estrada com algum receio, de portas trancadas, e estou a pensar em arranjar um amigo como este aqui da foto.

Estranha Manifestação de Amor [sete]

direitos reservados

...Eu sabia que isto não podia durar sempre. Não foste feita para viver em duas assoalhadas com um escritor que não escreve, não foste feita para tomar banho de água gelada porque a companhia do gás não fia, não foste feita para aturar as má-criações do senhorio porque me atrasei na renda. Não te preocupes comigo: compreendo que te vás embora, não armo escândalos, não te peço que fiques, juro que não me zango se esse amigo de que me estás a falar e que não sei quem é vier ajudar-te a levar a tua roupa, a levar os teus livros. Não me zango:assim que vocês começarem a descer as escadas ligo à Mariana ou àPaula ou à Raquel, convido-as para sair comigo, recomeço a existência do princípio. Não julguem que vou desfazer-me em lágrimas ou que me suicido. Não vou. Asseguro-te que não vou. Em todo o caso, pelo sim pelo não, deixa ficar os lenços de papel e a embalagem de valium. A gente sempre precisa de qualquer coisa que nos faça companhia não é, e detesto limpar o nariz à manga do casaco da mesma forma que a ideia de me atirar pela janela me repugna: ainda podia cair em cima de vocês,lá em baixo no passeio à espera de taxi, ainda podia cair em cima do teu amigo e partir-lhe um osso ou assim e tu havias de imaginar que me sinto agressivo que não sinto com esse filha da mãe, desculpa, com esse rapaz que deve ser, que tem de ser, que aposto que é uma jóia de pessoa.

António Lobo Antunes, "Livro de Crónicas"

Pavilhões polémicos

ou a Feira do Livro.

É supostamente um evento para trazer cultura e livro a todos mas nas últimas semanas só trouxe polémica. Isto porque a organização, os editores e o grupo Leya não e entendem sobre ter ou não pavilhões diferenciados. O grupo Leya quer, os outros defendem igualdade de circunstâncias. Supostamente o grupo Leya não se inscreveu a tempo. Os outros editores não gostaram e queriam que eles não fossem ao evento. E a CML acena um cheque de 200 mil euros que diz ou se entendem ou não há nada para ninguém. O suficiente para todos se sentarem à mesa a conversar sobre os pavilhões diferenciados. A Feira do Livro vai abrir, mas ainda não se sabe quando. Provavelmente quando o senhores acabarem a discussão sobre as cores dos pavilhões. Eu só quero é poder ir comprar livros.

o mundo ao contrário

Birmânia
Direitos Reservados


China
AFP

quinta-feira, 15 de Maio de 2008

Blindness

Estreou ontem, em Cannes, a adaptação ao cinema de "Ensaio sobre a Cegueira", de José Saramago. O realizador é Fernando Meirelles (quem não se impressionou com A Cidade de Deus?) e conta com Julianne Moore no papel da única pessoa que consegue ver quando uma epidemia torna todos cegos.
O público, segundo diz a crítica, não ficou muito impressionado. Eu pessoalmente estou curiosa. Porque não gosto de Samarago mas gosto de Fernando Meirelles. Porque não gosto de cinema pretensioso mas interessa-me a temática. Porque sempre quero ver se é possível passar o palavroso (e pouco pontuado) Saramago para cinema. 
O filme só chega cá em Novembro. Até lá é ter paciencia.
é possível ter saudades de algo que está mesmo ao alcance do esticar do braço?

wooohoooooooooooooooo

Rock in Rio... eu vou!!!

Mundo Mix

Foi no passado fim de semana, no Castelo de S. Jorge. Cheio de gente. Muitas barraquinhas ao estilo festival com todo o género de produtos, de ganchos a malas passando por quadros e composições de cerâmica. Espectáculos de dança. Música. Concertos, provavelmente, que não vi. Soube bem andar pelo meio do castelo simplesmente a ver, porque os preços são proibitivos. Mas valeu a pena visitar para ver outras tendências num ambiente descontraído e meio festivo. 

quarta-feira, 14 de Maio de 2008

Vontade [quatro]

Sentar-me na relva, tirar os sapatos e partilhar o lanche, como fazia em Madrid.

e uma e outra vez

culpa-se o tempo, que não estica e nunca chega.

nonsense

Sonhei que Alberto João Jardim tinha iniciado uma guerra contra o continente pela independência da Madeira. Usava uma arma secreta, um escudo magnético à volta da ilha que fazia as pessoas desintegrarem-se. Quem ia para a guerra ficava no escudo e não voltava. Os madeirenses alimentavam-se de flores. E o Alberto João tinha super-poderes, podia voar e tornar-se invisível.

Ou estou ando a ver demasiados filmes ou estou a ficar louca.

Tha National ao vivo


Depois de me ter apaixonado por "Boxer", redescobri "Alligator". Num concerto fabuloso numa Aula Magna esgotadíssima e em semi-histerismo.

terça-feira, 13 de Maio de 2008

sem comentários


Da mesma maneira que diferentes movimentos musicais, do punk ao grunge passando pelo metal influenciaram a formação da personalidade e o comportamento da maior parte da sociedade, também o suposto "emo" influencia a formação da personalidade das novas gerações. Miúdos da geração morangos, altamente impressionáveis, que não conhecem limites nem restrições, que vêem neste tipo de música uma forma de evasão e um guia para a sua suposta vida infeliz. O emo é de facto um movimento que não entendo porque a sua filosofia não me diz nada. Compreendo melhor o gótico, por exemplo. Cada estilo de música traz agregada uma filosofia com a qual se identificam as tribos que as ouvem. Emo não é comigo. E nem sequer gosto da sonoridade, passam-me ao lado as letras, irritam-me as vozes adolescentes e os ritmos desinteressantes. Não é embirração, ainda sem saber que está a tocar My Chemical Romance pergunto "que raio de música é esta?". E os mais novos ouvem. são fanáticos. Vestem-se como eles. Querem ser como eles. E seguem o que eles dizem, como esta miúda que discutiu com os amigos o 'glamour' do suicídio. Onde está a responsabilidade social em casos como este?

segunda-feira, 12 de Maio de 2008

e num instantinho

mesmo mesmo num instantinho
quase sem dar por isso
ou sem sequer me lembrar
já lá vão nove.

domingo, 11 de Maio de 2008

filme pipoca

cena do filme Iron Man

Eu até nem queria, mas pessoas nerds e fãs de BD praticamente arrastaram-me para ver o Iron Man. Até que eu gosto de BD, mas de um lado mais negro e não Marvel (não sei se o Iron Man é da Marvel, mas também não me apetece googlar para confirmar), antes Sin City ou 300. Bom, de qualquer modo lá fui eu arrastada ver o Iron Man e até que gostei. É sem dúvida filme pipoca, mas cumpre o objectivo a que se propõe: puro entretenimento durante duas horas. Entre humor cínico, alguns momentos cómicos e muita porrada e destruição, o filme lá vai passando, com alguns momentos incongruentes mas perdoáveis porque, segundo me explicou o especialista nerd em comics, "na banda desenhada também é assim, não tentes encontrar uma justificação". Humm... então está bem...

De qualquer modo, até me diverti e, como o próximo escolho eu, posso fazer a maldade de obrigar a ir ver o Amor em tempo de cólera ou algo do género extremamente meloso ou um filme chato daqueles independentes, que dizemos serem bons só para parecermos cultos. 

há coisas pirosas

All Star em miniatura versão porta chaves.

mas é giro que se farta.

sábado, 10 de Maio de 2008

Ele

Ele chegou-se a sorrir ao pé de mim. Eu estava sentada phones nos ouvidos, entretinha-me com um livro enquanto esperava. Olhou-me de alto a baixo. Avaliava-me. Olhou-me de cima, estendeu a mão e tocou-me ao de leve na bochecha esquerda e sorriu. Começou a tagarelar, eu espiava-o pelo canto do olho, sem saber se deveria ignorá-lo ou sorrir. Olhou em volta. Olhou para mim. Comparou-me com outra que estava a dois metros de mim. Eu falei pouco. Ele respondia às suas próprias perguntas, fazia medições e comparações entre mim, a outra e ele próprio. Continuava a olhar-me de cima. E eu sentada no banco. Ria-se sozinho, tocava-me ao de leve nos cabelos. Antes de se ir embora, seguindo outra voz feminina, bem mais poderosa que a minha, deu-me um beijo na bochecha. Chamava-se Diogo e não tinha mais de quatro anos.

Estranha manifestação de amor [seis]

Direitos Reservados

Era suposto ter coisas para te dizer, como lhes chamar, revelações, ideias, frases inteiras pensamentos, formas de chegar até ti em linguagem, ciente de que não nos inventaram forma melhor de nos aproximarmos de nos fazermos compreender. Adiei porque não era a melhor altura porque não era ainda isto, faltava-me o pormenor, aquele detalhe que faz com que o que dizemos seja absolutamente claro, exacto, algo que realmente traduz, o que eu queria dizer era, não a sério escuta com atenção. Não te procurei porque procurar-te me daria a exacta dimensão da tua ausência, poderia vaguear minuto horas, procurar-te quem sabe chamar por ti dizer o teu nome, saberia eu que de pouco me adiantava, seria isto pergunta ou a exacta dimensão afirmação de que não te encontras. Mal tu sabes não tiveste tempo de saber, o que poder ser uma hesitação tão estúpida entre caminhar entre os nossos destroços ou deixar-me ficar.

Rodrigo Guedes de Carvalho, "A casa quieta"

quinta-feira, 8 de Maio de 2008

Madrid é a mesma cidade de que sinto falta. Nos dez minutos que estive na rua, entre a conferência de imprensa e o metro, reconheci as ruas, os edifícios, as árvores e até as pessoas. A senhora do quiosque é a mesma, mais velha, escondida para escapar à chuva torrencial. Mais trânsito, por causa da chuva. O mesmo tempo interminável de espera nos semáforos. Os mesmos mendigos nos tuneis do metro em Banco de Espana, o lado pior de Madrid ve-se nas mãos estendidas ao desbarato e nos cobertores e cartões espalhados em cada canto. Percorro as linhas de metro praticamente de olhos fechados, de tão bem que as conheço. Dispensei o taxi para ir de metro para o aeroporto. Atención, estación en curva. Al salir, tengan cuidado para no introducir el pied entre coche y andén. Redescubro-me, relembro-me em cada estação. Quem vivia onde, em que paradas saímos para apanhar sol, ir dançar, fazer botellon, ir às compras. A vez que ficámos apeadas no meio do nada porque nos atrasámos e o metro fechou. Os corredores intermináveis. Cartazes de uma exposição no Thyssen, Modigliani, bem gostava de ver. E as festas de San Isidro, botellon indiscritível com esboços de tango intensivo en la calle, como se quer. E chegar ao aeroporto, onde apanhei o meu primeiro avião para matar saudades de casa.

Madrid

Faço tempo no aeroporto para apanhar o avião, ir e vir a Madrid no mesmo dia, como diria a R. é coisa de gente fina, o aeroporto está caótico e comi a pior sandes da minha vida, um bocado rançoso de presunto e queijo em pão duro que me custou 3.70 euros, já mandei trabalho e agora o sono pesa, é sempre incerto se o trabalho serve ou não e não sei a que horas acaba o meu dia.

quarta-feira, 7 de Maio de 2008

o [des]acordo ortográfico II

e como não sou só eu a ter dúvidas sobre a aplicação do dito cujo, já circula uma petição a entregar ao Governo. 

terça-feira, 6 de Maio de 2008

em Geneve II


deitei-me no chão e rebolei na relva como se tivesse cinco anos.

em Geneve



ainda se almoça com calma na relva dos jardins, anda-se de bicicleta, há cisnes à solta. Passeei, dormi, cansei-me e afastei-me de cá. Tomei conta dos meus primos. um pendurado em cada braço. Matei saudades do meu tio. Diverti-me.

em jeito de banda sonora, deu-me para Placebo. Meds em repeat no carro, once more with feeling no mp3. Sucker love.


Um rancoroso facilmente se torna vingativo, ao passo que um vingativo dificilmente passa a ser "apenas" rancoroso. Prefiro um vingativo. Ao menos sei que what goes around comes around e que não terei de ser relembrada constantemente dos erros que cometi, das minhas falhas e dos meus piores momentos. Porque pior do que ser cruxificada, é ser cruxificada vezes sem conta. E pior que não me esquecer é não deixarem de mo recordar.
Brilhante, intimista, hipnotizante, assim foi José Gonzalez na Aula Magna, que durante quase hora e meia encantou só com a guitarra e uma voz profunda uma sala quase cheia, que praticamente não respirava, suspensa no dedilhar do músico. Impressionante e surpreendentemente bom.

segunda-feira, 5 de Maio de 2008

Enterrar o nariz no pescoço.

quinta-feira, 1 de Maio de 2008

telegrama

Ontem, José Gonzalez, Aula Magna. Merece um post melhor do que o que me apetece neste momento fazer. 

Mais concertos que cinema. Podia dissertar. Mas hoje não me apetece.

Almoçar com o P. Sempre nostálgico e risonho. O P. também merece um post maior do que aquele que me apetece escrever agora.

Vontade de escrever muitas coisas, que penso, que quero fazer. Ideias. Vontade, sem tempo, sem inspiração. Depois.

Geneve. Vou, daqui a pouco. Desta vez em lazer. Até domingo.


Assim foi o Meco


Consegui entrar na água. Mergulhei. Fugi das ondas. Saí. Voltei a entrar. Sol quente e água gelada. Areia no cabelo e em costas alheias. Um fim de semana que já teve toque de verão, terminar o dia na piscina e a noite à volta do party e depois das cartas.